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domingo, 4 de julho de 2010

24 - Um Porto escondido II

Na Praça de Carlos Alberto encontramos o lindo Palacete dos Viscondes de Balsemão. É um edifício histórico, de meados do séc. XVIII, que andou de mão em mão, incluindo na de um Hospedeiro da Rua do Bonjardim. E que nessa altura albergou o refugiado Carlos Alberto da Sardenha, embora por pouco tempo, enquanto não se transferiu para os aposentos do Palacete da Quinta da Macieirinha. Estamos a situar-nos na década de 40 dos anos 1800. Em 1854 o Visconde da Trindade adquiriu a propriedade, à qual deu o toque final que hoje admiramos. No largo, está a estátua de Humberto Delgado, próximo da casa onde tinha a sua sede de campanha.
Entrada

Pormenores
Este edifício já albergou serviços de Gás e Electricidade, quando estes estavam integrados na Câmara Municipal. Os "velhinhos" do meu tempo de menino, diziam: vou pagar a luz a Carlos Alberto.
Os estuques dos tectos são uma obra de arte
Pormenores de azulejos das várias fábricas de Cerâmica do Porto e Gaia.
Não sei, por culpa minha, se estes azulejos são as amostras dos
azulejos que forram as várias salas.


Estes relógios de coluna são uma maravilha.

Várias pinturas estão espalhadas pelas salas.
Pomenores
Presumo que é um retrato de D. Carlos
Sentei-me nesta relíquia por segundos.
O edifício alberga serviços da Câmara Municipal dedicados à Cultura. No dia da minha visita, estava uma exposição dedicada à Numinástica. Com moedas que apareceram no nosso território, hoje País, desde o tempo A.C.. No entanto faltava uma moeda, a primitiva cunhada em ouro que circulou no Brasil. O local e a referencia estavam no escaparate. Fui ter com o segurança para me revistar antes de eu sair, não fosse o diabo tecê-las...
Vai até lá visitar este Palacete. O cicerone é de uma gentileza tão grande que comove.