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domingo, 23 de maio de 2010

17 - As Fontes e Chafarizes do meu Porto

As minhas andanças levaram-me a descobrir pequenas e grandes maravilhas que são as Fontes ou Chafarizes, "equipamento urbano" espalhado pela Cidade. Alguns já conhecia e olhava para eles como "boi para palácio". Outros, passava e nem me apercebia que estavam ali por alguma razão. Já foram muito úteis. Hoje são uma preciosidade e é gratificante descobrir as suas origens, embora não me tenha sido possível ir mais além por não encontrar quaisquer referências a alguns deles. Chafariz do Anjo S. Miguel, do séc. XVIII, da autoria de Nasoni. Está junto à Sé Catedral encostado à Casa do Cabido.
Semi-circundado por uma grade de ferro forjado, com as mesmas características do que foi muito utilizado nas varandas dos edifícios da Cidade na época, tem um relevo em mármore incrustado na parte superior da bica.
A rematar o conjunto uma pequena escultura representando o anjo S. Miguel, em pedra de Ançã.
Chafariz da Rua Chã. Li apenas o ano da sua fundação - 1635 - sem mais referências. Nem sei se foi sempre este o seu local de origem. Está situado no Largo da Rua Chã entre as Ruas de Cimo de Vila e do Cativo, local por onde passava a medieva Muralha Fernandina.
Fonte no Jardim de S. Lázaro. Séc. XVI. Pertenceu ao extinto Convento de S. Domingos que se situava próximo do Largo que ainda mantém o mesmo nome.
A taça e o restante conjunto é um trabalho em mármore de grande beleza.
Fonte da Colher. Localizada na parte baixa de Miragaia, é provàvelmente a Fonte mais antiga da Cidade. Construída em 1491 custeada com uma parte dos impostos (medidos por uma Colher) sobre as mercadorias de géneros alimentícios que entravam na Cidade, foi reconstruída em 1629.
Nesta placa, por cima da Fonte, indecifrável aos olhos de um leigo, deve estar indicada a referencia à reconstrução.
Estava soterrada e só foi descoberta aquando das obras de construção da Alfandega Nova, por volta de 1871. Há quem diga que não, mas eu não estava lá e não sei mais. Foi restaurada em 1940
Esta foto dos princípios do séc. XX mostra a diferença antes do restauro.

Ainda em Miragaia, no limite com a Vitória, está a bela Fonte das Taipas, localizada na rua do mesmo nome, veio substituir, embora não sendo a original, que se encontrava nas Virtudes, a qual tinha espaço para colocar as roupas das lavadeiras a secar bem como banquinhos para elas descansarem. Esta é de finais do séc. XVIII.

Fonte de Neptuno. Nome de milhentas fontes espalhadas pelo mundo. Não lhe encontrei referências especiais. Está localizada na parede lateral, voltada para os Clérigos, da antiga Cadeia da Relação (onde hoje estão instalados os serviços do Centro Português de Fotografia), digna de uma visita. O Edifício e o Centro. Por cima encontra-se uma varanda com janela que dá para a Capela onde os condenados à morte passavam a última noite.
Uma foto de cerca de 1900 não nos mostra claramente se a Fonte já estaria colocada no local actual. Presumo que a Fonte veio de um outro lugar. Mas repare-se no pormenor da referida varanda e janela.

Chafariz das Virtudes ou Fonte do Rio Frio. Construída para aproveitamento das águas de várias minas em 1619, é Monumento Nacional. Está localizada em Miragaia, encostada ao que foi o Horto das Virtudes do qual, creio, foi seu último proprietário Moreira da Silva - o mesmo senhor de Campanhã - por quem meu pai tinha imensa consideração e amizade pela família. A enorme Pera gravada no muro, nunca mais a esqueci. Acabou por ser retalhado e hoje é um Jardim. Por três ou quatro vezes tentei visitá-lo, mas sempre fechado.
Mas isso é tema para outras conversas, pois agora estamos a tratar da Fonte ou Chafariz, mas pouco mais há a dizer, a não ser que foi vandalizado e a imagem da Santa que existia no seu nicho roubada. Mas isso há dezenas, ou quem sabe, centenas de anos.
Mais uma imagem antiga com mais de 100 anos, que mostra já a degradação da Fonte.Hoje todo o conjunto está muito melhorado. No séculos XIX, toda a zona envolvente das Virtudes era o passeio da élite portuense, em detrimento de S. Lázaro.
Fonte do Bicho. Quási paredes meias com a Igreja de Miragaia, foi construída no séc. XIX junto a um Hospital - não sei se de ingleses ou de mareantes, pois os escritos que li são meio difíceis de entender - que recebia água de excelente qualidade. Foram os proprietários obrigados a distribuir a água pela população, que sai (saía) em bica pelo boca do "Bicho", que alguém presume ser um golfinho. Logo, presumo eu, toda a estória tem a ver com mareantes. Ou não fosse Miragaia desde tempos remotos, terra de gentes voltadas para o Rio (Douro, pois claro) e para o Mar.
Pormenor da Fonte

Regressando à Sé, descendo para os Grilos, vamos encontrar a Fonte de S. Sebastião ou Chafariz da Rua Escura.Construído no século XVII na Rua Escura, foi transferido em 1940 para o local onde actualmente se encontra. É composto por um tanque e um pano de fundo em que sobressai um pelicano ladeado por duas figuras femininas. O conjunto é encimado pelas armas reais portuguesas.
Esta velha foto da Fonte, cujo ano desconheço (encontra-se no site dos SMAS/Porto) parece-me que foi obtida no local primitivo.

Regressamos a Miragaia e encontramos esta Fonte, num pequeno largo junto às Escadas dos Judeus. Está em recuperação já há uns anos. Esta foto tem uns dias. Foi transladada do velho Mercado do Peixe que existiu onde se encontra desde meados do séc. XX o Palácio da Justiça, na Cordoaria. Descobri-a há cerca de 3 anos e continua na mesma, incluindo o lixo que se está no largo, junto a umas pedras que ou me engano muito ou são achados arqueológicos do tempo dos Judeus que habitavam esta zona.
Vamos ver se consigo alguma informação futura

Fonte de Hulsenhos. Mandada construir em 1907 por uma benemérita, para bebedouro de animais ficou ao cuidado da população. Ainda está activa, mas funcionando com as torneiras tradicionais. Mais uma fonte em Miragaia quási no limite com S. Nicolau.

Esta Fonte no Largo do Souto, junto a Mouzinho da Silveira, foi construída em 1920, para remedeio da população. Aqui existiu, segundo as crónicas do tempo, uma praça magnífica com uma fonte monumental. A praça começou a alterar-se com a construção da Rua Mouzinho da Silveira e foi totalmente (ou quási) destruída, para a construção de edifícios. Digo quási, porque ficou até aos nossos dias um muro medievo que se vê por detrás da fonte e sobe até ao alto dos Pelames. A Fonte Monumental foi desmantelada, não sabendo eu se as pedras foram guardadas.
Anos mais tarde, em Junho de 1966, após terem sido desalojados os estabelecimentos comerciais, a Câmara mandou reconstruir a fonte, chamada agora de Mouzinho da Silveira, tentando manter configuração semelhante à anterior (primitiva). Será que com as mesmas pedras ? Esta fonte de grandes dimensões, toda em granito trabalhado e de forma semi-circular, está inserida num paredão de granito que sustenta a Rua dos Pelames, que passa num plano bastante superior. À direita vê-se o início da Rua do Souto.
Impossível, ou quási, uma vista completa da Fonte, derivado ao intenso movimento rodoviário especialmente de autocarros. Mas é simplesmente espectacular todo o conjunto.

Termino esta série com uma Fonte entre a Cantareira e Sobreiras, voltada para o Rio Douro. Não consegui descobrir qualquer referencia sobre ela. Apenas sei, que mesmo com os mequinhos, é um parque de estacionamento não autorizado. Mas quem liga para isso ? A foto parece "partida" e na realidade assim é, para evitar que se reconheçam os automóveis ali estacionados.
Estas Fontes e ou Chafarizes, foram utilizadas para abastecimento de água à Cidade do Porto. Há algumas mais nos seus locais de origem ou próximos. Outras, muitas, foram removidas para o Parque dos Serviços Municipalizados de Águas (SMAS) em Nova Sintra. Que merece uma visita.
Um dia destes será tema para umas estórias mais sobre Fontes.
Notei uma coisa muito boa. Quási todas as fontes tinham o registo dos vândalos que sujam tudo com tintas. Agora estavam imaculadamente limpas. Sinal de que os serviços públicos andam atentos.






























sábado, 22 de maio de 2010

16 - O Morro de Pena Ventosa e a Muralha Primitiva do Porto

Penaventosa era um morro onde hoje se localiza a Sé Catedral e já li, literalmente, como o Monte dos Vendavais. Seria um crasto da idade do bronze. Desenvolve-se com a romanização provàvelmente muito antes do séc. IV A.C. Mas a cidade é destruída pela invasão árabe no séc. VII, não sem antes de vários outros povos, suevos e vândalos, que por sua vez serão "comidos pelo visigodos, terem expulso os romanos.

A cidade foi tomada, assim como todo o norte, no séc. IX por Vímara Peres.

Todo este introito para convidar a mais um passeio, este pelas zonas onde existiu uma muralha ou cerca, a que os povos desse tempo chamaram primitiva ou velha. Presume-se que seja românica ou sueva. Resistiu aos poucos até meados do séc. XIX. Hoje existe apenas um cubelo, devidamente preservado, na esquina de Vandoma e a Avenida Vimara Peres, a 100 metros do tabuleiro superior da Ponte D. Luíz.
Então vamos ao passeio, que é mesmo só pelas ruas que ainda guardarão lembranças desses tempos.

Maqueta em exposição na Casa do Infante, do que seria a cidade na época medieval. A Muralha Primitiva está bem assinalada.

Para quem está na Avenida Vimara Peres voltado para a Sé, à esquerda vê-se o que resta das Muralha ou Cerca Primitiva.
Subindo a Calçada de Vandoma, vemos o interior da Muralha e a Casa nº5 da Rua de D. Hugo. Séculos de história sobre esta casa, que mantém original a Porta e Janela Gótica. Ficarão os pormenores para uma próxima visita.

Aqui começa oficialmente o nosso passeio.
Rua de D. Hugo onde encontramos a Casa-Museu Guerra Junqueiro, edifício do séc. XVIII, a Fundação no edifício em frente e algumas casas ainda com características medievais.
Depois de ultrapassarmos à esquerda a descida para as Verdades e uma capela (que será a das Verdades do séc. XVII-XVIII, )? mas a ameaçar ruína, (disseram-me que pertencia ao bispado) passando pelas traseiras e depois do lado sul do Paço Episcopal, vamos dar ao Largo do Açougue do Povo, hoje Largo Dr. Pedro Vitorino.
Um olhar sobre os telhados do Casario que ficavam junto à Muralha.

Outro olhar sobre o Terreiro da Sé, mas vamos deixar os pormenores para outra altura

Passando pela frente da Sé e voltando-nos para Norte, olhamos para baixo e encontramos a Rua de S. Sebastião e a Rua Escura. Seria por aqui que existia uma Porta na Muralha

Um dos percursos possíveis é descer as velhas escadas e entrarmos na Rua de S. Sebastião, que não vai há muito tempo era a Rua do Aljube e o Oratório de S. Sebastião. Outras estórias. Mas à direita temos as novas escavações que foram descobrir uma outra muralha e novas relíquias, anteriores às muralhas de que venho falando. Aguardemos. Entretanto a residência que estava a ser recuperada para habitação de estudantes ficou parada. Paciência. Não se podem ter dois proveitos num só saco.
Se seguirmos em frente temos a Rua de Pena Ventosa - agora é esta a grafia - e as suas casas medievais, algumas em recuperação, outras paradas, outras recuperadas, mas pelos vistos sem registos arqueológicos. Uma cervejinha num pequeno Café sabe pela vida em dias quentes e depois de já alguma andança. Também umas boas estórias contadas por habitantes já com uma certa experiência de vida. Recorde-se que estas ruas estavam junto às muralhas e esta gente sabe do que fala.

Mas não esquecer que temos a Rua Escura à direita e que vai dar à Bainharia, cujas casas estavam já fora das muralhas, mas com as traseiras encostadas a elas.

Um dos exemplos das casas reconstruídas na Pena Ventosa é esta que conserva o Portal gótico

Como é a descer, rápidamente encontramos o Largo de Pena Ventosa, o mesmo que foi na época o do Forno. Presume-se que era onde se cozia o pão. à esquerda, um caminho que nos leva aos Grilos, com uma casa de alçado preservado do séc. XVIII.

Caminhemos por essa Travessa e vamos dar à actual Rua das Aldas.

Para cima ficam os Grilos. Ou Largo do Colégio. Temos de ir dar mais uma espreitadela.

Distinguimos a mais que milenária Rua dos Mercadores (embora não visível na foto) e para a direita a Vitória, com sua Igreja, Palácio e Convento.

Retrocedamos pelas Aldas para irmos ao encontro da Rua de Santana, onde existiu o Arco, que foi glorificado e tema de um romance de Almeida Garrett. Por aqui se fazia a entrada/saída da cidade pela velha muralha. Foi destruído cerca de 1880.

Termina na Rua da Bainharia, que a história diz estarem as traseiras das casas encostadas à muralha.
A destruição do Arco de Santana, em 1821, deveu-se à construção de dois prédios de particulares. Não adiantou nada o descontentamento popular. A Câmara não quis saber. Não sei se os pormenores que se vêm na rocha, bem como a porta, são os mesmo que li na pesquisa. Actualmente a abertura vai dar a um pátio e escadas, por onde se chegam a residências que não se vêm da Rua.
Existiu um trono com a imagem de Sant'ana, cuidado pelos populares. Depois da destruição do Arco foi recolhida na Capela de S. Crispim. Sabe-se que já era venerada no primeiro quartel do séc. XVI. Li que esta imagem, bem como outras, estão em estado de desleixo. Escrevi à Junta de Freguesia do Bonfim esperando confirmação.
Continuando a recordar Sant'ana foi criado um altar com uma imagem, que ainda hoje se venera.
Creio que ainda se promove uma festa em Julho.
Chegamos à parte inferior da rua da Bainharia
e caminhamos no sentido da Rua dos Mercadores
Onde ainda se notam alguns edifícios de uma certa nobreza talvez de oitocentos a precisar urgentemente de recuperação.
Toda esta zona é Património da Humanidade e são necessárias precauções especiais sobretudo no que respeita a arqueologia. Pelo menos, assim penso e desejo.

























sábado, 15 de maio de 2010

15 - Muralhas Fernandinas em Miragaia

Vamos espreitar então o que resta das Muralhas Fernandinas cuja história já sabemos a partir do poste 12. Tem de haver uma boa caminhada para lá chegarmos, esta bem mais difícil pois tem desces e muito sobes. Mas como no meio está a virtude e porque o que interessa é passear e ver paísagens magníficas e velhos casarios, recomendo como ponto de referência os Clérigos, onde a Muralha passava, mas sem vestígios, descendo até às Taipas onde encontramos o Largo de S. João Novo. É sempre a descer. Aí vamos encontrar a Igreja de S. João Novo, do séc. XVII-XVIII, em estilo Barroco. Digna de visita. Há quem a compare ao estilo da Igreja dos Grilos. (ou de S. Lourenço, junto à Sé Catedral)
Em frente encontra-se o Palácio de S. João Novo, ou Palacete dos Costa Lima, do séc. XVIII, atribuído a Nasoni, mas sem confirmação. Escreve-se mesmo que foi do arq. António Pereira. Foi edificado para residência de um funcionário público, e depois da sua morte foi habitado por famílias ilustres portuenses. O fundo está encostado às Muralhas. Foi ocupado pelos franceses aquando da invasões e hospital das tropas liberais de D. Pedro IV. Museu de Etnografia e História desde 1945 até à degradação que um incêndio em 1984 potenciou e o seu encerramento aconteceu em 1992. E para ali está. Inaproveitado.
Passamos então pelo lado direito de quem está de frente para a Igreja e encontramos a Capela de Nossa Senhora da Esperança, de cariz marítimo. Presumo que do séc. XIX. Está edificada numa torre das Muralhas. E voltamos à esquerda onde encontramos os panos visíveis da Muralha que descem por toda a rua chamada de (Escadas) Caminho Novo.
Pormenor quási no início da descida da rua
Ao meio, com magnífica vista para o Rio Douro e Gaia.
O final junto à Rua Nova da Alfandega, bem próximo do Rio Douro
Voltando ao início das Escadas, olhamos da Rua Francisco Rocha Soares ( pai ou filho ? mas ambos célebres ceramistas das Fábricas de Massarelos e Miragaia e do Vidro em Paço de Rei, Gaia) ou também conhecida por Rua da Cordoaria Velha, e conseguimos ver parte de uma Torre e Muralhas.
Está meia escondida pelos prédios, uns em ruínas outros em perfeito estado de conservação.
Subindo a íngreme rua, vamos dar às Virtudes e logo deparamos à esquerda, bem lá no fundo, com o Monumento Nacional que é a Fonte de Rio Frio. Limpa mas sem as imagens que lhe roubaram. E ainda sem jorrar água da que diziam fazer milagres. Por de trás o Jardim do Horto, infelizmente fechado embora escrevam por aí que não, com tanta história para contar.
Olhamos também o Passeio das Virtudes, que foi no século XIX local de passeio da elite da cidade
A dois passos, o antigo Clube Inglês, moradia nobre setecentista. Foi de uma família de comerciantes da cidade, da Congregação de São Bernardo e do Clube Inglês do Porto. No seu jardim, assente numa parte das Muralhas Fernandinas, esteve montada, durante o Cerco do Porto, uma bateria das tropas liberais devido à sua localização.
Hoje é posse do Estado e alberga uma instituição de apoio social.
Triste verem-se grafites nas paredes exteriores, sem qualquer sentido. Apenas para sujar.
Passando a entrada principal, encontramos a porta de acesso aberta num dos panos da Muralha. Ontem, dia quási feriado pelo menos para parte da população, os funcionários lavavam os carros de serviço. Não foi a foto que queria, mas foi a possível. Há que respeitar quem trabalha principalmente num feriado. E a instituição trabalhou mesmo.
O interior com um bonito frontal do portão em ferro.
O acesso ao cimo das Muralhas faz-se por uma artística escada, condizente com o portão.
Vista interior de um pormenor do jardim e das Muralhas.
Do alto, as panorâmicas são magníficas. Em primeiro plano a Igreja de S. João Novo. Em fundo uma parte da alta Vila Nova de Gaia.
Para a direita uma espectacular vista sobre Miragaia Baixa, Massarelos e a Ponte da Arrábida. Vila Nova de Gaia e o Rio Douro.
As muralhas e a cúpula do edifício
Um torreão construído sobre as muralhas.
E pronto, fica aqui o convite para este passeio. E depois é só seguir para a Miragaia de baixo, dos povos primitivos, românica, medieval, judaica, setecentista. E também da outra, com a marca inglesa, liberal e anti-fascista.
Textos retirados e compilados da Wikipédia, Câmara do Porto, Junta de Freguesia de Miragaia. E alguns meus, claro.